O VALE TUDO DE DILMA
Parece que estamos vivendo um dejavu das eleições presidenciais de 2014. Dilma, Lula e seus comparsas fazem "o diabo" para não perderem a boquinha.
Tudo começa com a construção de uma narrativa: impeachment é golpe. Este argumento pífio foi derrubado. Vários ministros do Supremo foram categóricos em afirmar que impeachment é constitucional e é um processo legítimo para se retirar um presidente eleito. Logo, golpe é dizer que é golpe.
Depois, requentaram o argumento: impedimento de Dilma, sem crime, é golpe. Pois bem, o Tribunal de Contas da União, por unanimidade, reprovou as contas da dona governanta por desvios bilionários, quando bancos públicos tiveram que arcar, sem repasse do Tesouro, a "bolsa empresário", além de decretos orçamentários sem a aprovação do Congresso. Logo, há crime e não há golpe.
O Brasil amarga uma recessão econômica violenta, desemprego, volta da inflação e paralisia política. Mas os PTralhas só pensam em garantir o monopólio dos bens públicos. Agora estão prometendo mais cargos, mais despesas, perdão da dívida dos estados, volta do CPMF e liberação de valores estratosféricos para gastos dos parlamentares. Isso sem contar com as mentiras de sempre: que vão cortar programas sociais, que vão desaparecer com bolsas, cotas, etc. Ainda patrocinam as gangues do MST, CONTAG, CUT e ônibus com bolivianos e venezuelanos para fazerem barreiras e ameaçarem manifestantes pró-impeachment.
Se Dilma sair, ela perde. Se ela ganhar, ela perde também, pois receberá dela própria um país economicamente arruinado, sem condições de se refazer do estrago de sua governante. Também herdará um país politicamente fragmentado, pois chamou os seus opositores de golpistas e conspiradores, e retornou o discurso de ódio do "nós X eles" (?!). E viverá com as sombras da Operação Lava Jato rondando o seu gabinete.
A única certeza que temos é que Dilma perde, em qualquer dos cenários. E como não tem nada a perder, vai para o vale tudo.
