QUEM PAGA A CONTA?
Calcula-se que 28,5 milhões de
contribuintes entregaram à Receita Federal a declaração do Imposto de Renda
Pessoa Física em 2016. São as pessoas com renda anual tributável (ex.: salário)
acima de R$ 28.123,91.
O Brasil, por sua vez, tem 209,5
milhões de habitantes e 63% dessa população é economicamente ativa, ou seja, aquela
que está inserida no mercado de trabalho ou que, de certa forma, está
procurando se inserir nele para exercer algum tipo de atividade remunerada.
Em um cálculo simples, são 209,5
milhões de brasileiros, dos quais 132 milhões trabalham ou estão procurando
trabalho, mas apenas 28,5 milhões pagam a maior parte da conta cobradas pelo
governo. São 13,6% da população que paga a despesa de todo um país.
Talvez isso explique o momento
político dito extremado que vivemos hoje.
Esses 13.6% são aqueles que pagam
a conta, mas que o governo chama de elite branca, que odeia negros,
nordestinos, pobres, mulheres e gays. É o pessoal que tem descontos de toda a
ordem para ver o seu dinheiro indo para os partidos políticos, para a CUT, para
o MST, para os pseudos “movimentos sociais”, aqueles que invadem fazendas
produtivas, matam animais, quebram tratores, sabotam trilhos e bloqueiam
estradas.
Esses 13,6% que ficam 8 ou mais
horas de trabalho, são obrigados a pagar por segurança particular, previdência
privada, escola particular e planos de saúde, mas que são invisíveis ao governo
do PT, pois são a tal “elite branca”.
Essa “elite” tem que trabalhar
quase 5 meses do ano para sustentar todo tipo de cabide de emprego na esfera
federal, 39 ministérios, blogs e sites pagos para defender Dilma e Lula e todo
tipo de “programas sociais” que não foram feitos para que os seus beneficiários
saiam de sua miséria.
Os 13.6% da população viram as
empresas PETROBRAS, CORREIOS, BANCO DO BRASIL, CAIXA ECONÔMICA, BNDES e fundos
de pensão serem assaltadas, dilapidadas, fatiadas e privatizadas entre os
políticos da esquerda nacional sem que houvesse uma melhora para essas companhias,
para os seus empregados ou para a população em geral.
São os 13,6% que são chamados de
golpistas, de “coxinhas”, de fascistas, de “filhotes da ditadura” porque não
compactuam com a o princípio do “rouba, mas faz”.
Por não saber ler o apelo, as
angústias, os desejos e as críticas dessa pequena parcela da população, a
confraria vermelha da propina foi surpreendida com milhões de pessoas vestidas
de verde e amarelo nas ruas, pedindo mudanças, pedindo ética, pedindo justiça.
São aqueles que encontram no juiz Sérgio Moro, no ex-ministro Joaquim Barbosa e
na advogada Janaína Paschoal a voz pública que não possuem.
Sim, são esses 13,6% da
população, aqueles que pagam a conta de todas as outras parcelas, que são a
locomotiva do país. Como motor da nação, decidiram que é hora da quadrilha
petista dar adeus ao poder.
Tchau querida!

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