Com o
respeito devido a quem pensa diferente, a minha leitura do "#EleNão"
foi de histeria de massa. Histeria, quanto ao comportamento, se define pelo
exagero de reações emotivas, pelo descontrole. “O Bolsonaro é
nazista, é fascista, é homofóbico, é misógino, racista e vai trazer o apocalipse
zumbi para o planeta.” Sério?
Tem que ser
muito demente para acreditar que o capitão reformado do Exército está disposto
a construir campos de concentração por aqui (isso sim seria nazismo!) e mandar
para lá judeus, negros, gays, trans, petistas, etc. É ou não é histeria? Ou
haja elasticidade no conceito de nazismo!
O capitão
também não é nenhum franciscano. É muito sério o sujeito defender a tortura
como método de investigação e a ditadura como regime de governo. Como bater
palmas para um cara que faz apologia ao "pau-de-arara"? Não dá!
Mas o que
temos para hoje? Hoje nós temos a seguinte bifurcação política:
"Venezuela: sim ou não?". Porque se o PT vencer, com as suas matrizes
ideológica e econômica, podemos nos preparar para comer ração animal e o
próprio cachorro.
Temos duas
opções. Uma é Bolsonaro; a outra é o marionete do Lula, Fernando Haddad. O
sujeito é laranja de um criminoso condenado em um processo de corrupção e por
lavagem de dinheiro, chefe preso de uma organização criminosa travestida de
partido político que quase levou o país à bancarrota. Haddad foi prefeito da
maior capital do país e não conseguiu se reeleger e nem sequer foi para o
segundo turno. Foi defenestrado da prefeitura com 40% de rejeição dos
paulistanos. Teve mais votos brancos e nulos do que no candidato petista. Foi
um desastre como ministro da Educação. Cada ENEM era uma bagunça e os livros
adotados pelo MEC mostravam as revoluções da Rússia, China e Cuba como se
fossem o paraíso na Terra, e que os povos daqueles países só eram infelizes
porque eram contaminados com a ideia do consumismo capitalista (?!). Além disso, os
famosos vídeos e cartilhas de erotização infantil, apelidados de “kit gay”,
foram obra e graça da sua gestão. Mas, se o poste do Lula for eleito, ele quer
mais. O seu programa de governo, entregue ao TSE, traz as seguintes propostas
aqui destacadas:
- “Reforma
do Sistema de Justiça, democratizando as estruturas do Poder Judiciário e do
Ministério Público, impedindo abusos e aumentando o acesso à Justiça a todas as
parcelas da população, em particular os mais pobres.” (P. 6): entenda-se,
aparelhamento dessas instituições e desmanche da Lava Jato.
- “É preciso
instituir medidas para estimular a participação e o controle social em todos os
poderes da União (Executivo, Legislativo, Judiciário) e no Ministério Público”
(P. 13), traduzindo, criação de “comissões populares” para surrupiar as
atribuições dos poderes da República e entregá-las aos sindicatos, CUT, MTST,
etc.;
- “Vamos
expandir para o Presidente da República e para a iniciativa popular a
prerrogativa de propor a convocação de plebiscitos e referendos,” (P. 13). Em
bom português: o PT quer esvaziar, através de plebiscitos e referendos,
qualquer oposição de congressistas, os verdadeiros representantes do povo em um
regime democrático.
- “será
necessário ainda conferir transparência e controle social na administração da
Justiça.” (p. 15) – sempre que lerem “controle social” significa que o PT e
asseclas querem censurar alguém ou alguma instituição.
- "democratização
da escolha dos órgãos diretivos do Poder Judiciário.” (P. 15). Sempre que o PT
fala em “democratização” significa a tomada de locais estratégicos por seus
asseclas com o objetivo de acabar a legalidade daquela instituição.
- “ novo marco regulatório da comunicação
social eletrônica,” (P. 6). Em outras palavras, controle do que é publicado nas
redes sociais e nos meios de comunicação tradicionais (jornais, emissoras de
rádio, televisão, etc.). “Diversidade e Pluralismo” desde que seja petista. (vide,
também, p. 16)
- “O governo
promoverá ainda a desconcentração dos investimentos publicitários estatais,”
(P. 17). No linguajar comum, eles querem financiar os blogs pelegos, como o
Brasil 247, Opera Mundi, Diário do Centro do Mundo, etc.
- “Nosso
programa compreende a cultura como um direito de todas e todos e como um campo
de luta pelas liberdades individuais e contra o racismo, o machismo, a
LGBTIfobia, a intolerância religiosa e o avanço do conservadorismo no Brasil.” (P.
35): pregação ideológica esquerdista em todos os níveis da educação sob o
título de “direitos humanos”, “diversidade”, “combate à intolerância”, etc.
- “o Brasil
deve retomar e aprofundar a política externa de integração latino-americana e a
cooperação sul-sul (especialmente com a África),” (P. 11) – fortalecer as
ditaduras nas Américas e na África, apoiando o projeto do Foro de São Paulo de
implementar regimes socialistas nos dois continentes.
- “aumentar
progressivamente os recursos para o MinC, visando alcançar a meta 1% do
orçamento da União, assim como fortalecer o papel e ampliar os recursos do
Fundo Nacional de Cultura (FNC)” (P. 34) – o objetivo é aumentar a dependência
da classe artística em relação às verbas federais, alimentando uma dependência,
que deverá ser paga com a subserviência intelectual e criativa.
Em outras palavras,
Venezuela! Tudo aí foi feito por Chaves/Maduro. Agora a população de um dos
países mais ricos do mundo está comendo o que encontra nas lixeiras.
Também não
adianta votar em branco ou nulo. Em uma eleição apertada como esta, a omissão
pode nos jogar para a lata de lixo também.
Bolsonaro
foi adotado por um eleitorado que sabe do que o PT é capaz. A massa de seus
eleitores nãoé fã de suas piadas sobre mulheres, gays, quilombolas e sei lá
mais quem. Agora, não temos outro para ESTA eleição. É ele ou Haddad. Eu,
honestamente, não quero ter que caçar cachorro na rua para ter proteína no
jantar.
Fontes:

Bem explanada a intenção diabólica do PT em relação a nossa nação e a idéia de produzir o caos no nosso país. NOSSA BANDEIRA JAMAIS SERÁ VERMELHA!
ResponderExcluirExcelenteee
ResponderExcluirParabéns amigo.
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